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A Austrália interessada em Timor 02-06-2007 GTM 1 @ 18:16

matateu —

As negociações e a partilha de recursos impostos pela Austrália a Timor-Leste foram equivalentes a extorsão e intimidação, acusa um autor australiano no seu último livro sobre as negociações do Tratado do Mar de Timor.
«Penso que houve muita intimidação» por parte da Austrália durante as negociações sobre a partilha de recursos do Mar de Timor, afirmou o autor Paul Cleary à rádio australiana ABC.

Paul Cleary, um ex-jornalista do Sydney Morning Herald que viria a ser nomeado pelo Banco Mundial para conselheiro do primeiro-ministro timorense, lançou esta semana o livro «Shakedown», um termo de gíria para extorsão.

Na entrevista à ABC, Cleary acusa o chefe da diplomacia australiano, Alexander Downer, de lançar à mesa de negociações que a Austrália «é um país rico e pode adiar esta questão por 30, 40 ou 50 anos».

Downer, segundo Paul Cleary, chegou a ameaçar «cortar mesmo a Timor-Leste os recursos económicos vitais para interromper o desenvolvimento do Mar de Timor, a menos que Timor-Leste assinasse a partilha de 80 por cento dos seus direitos no maior campo petrolífero da área».

Paul Cleary refere-se ao campo Greater Sunrise, o centro da maior discórdia entre Díli e Camberra, cujo acordo de partilha de receitas foi ratificado apenas este ano pelos parlamentos dos dois países.

«Vocês entregam os direitos deste campo às 17:00 do dia 28 de Outubro e nós damo-vos três biliões de dólares e mais nada«, propôs a delegação australiano aos timorenses, recordou Paul Cleary na entrevista à ABC.

«Entretanto, a Austrália já estava a explorar os recursos, o que é contra o direito internacional», declarou o autor australiano.

«Penso que havia do lado timorense a vontade de adiar a decisão mas o país necessitava de começar a receber os recursos e por isso o Tratado do Mar de Timor começou a ser negociado em 2000 e foi assinado em 2002«, explicou o autor na entrevista.

Paul Cleary lembra em »Shakedown« que o principal negociador de Camberra no Tratado do Mar de Timor, Doug Chester, »impôs basicamente um ultimato a Timor-Leste«, como acusou na altura o então chefe da diplomacia timorense, José Ramos-Horta.

«O senhor Doug Chester disse-nos simplesmente: 'é pegar ou largar'», declarou na ronda negocial o actual Presidente da República timorense. «Claro que nós não podemos aceitar ultimatos, não podemos aceitar chantagem, somos pobres mas temos um sentido de honra e de dignidade dos nossos direitos».

Para Paul Cleary, os 50 por cento das receitas do Greater Sunrise conseguidos por Timor-Leste «é provavelmente o mínimo aceitável para os timorenses e o máximo que a Austrália estava disposta a entregar».

Sobre a crise em que o país mergulhou em 2006, Paul Cleary considerou na entrevista à ABC que «o problema é que os timorenses não fizeram um trabalho muito bom a gastar o dinheiro. E esta tem sido a verdadeira fraqueza no actual Governo».

«A economia de Timor-Leste recuou de repente quatro anos em termos de rendimento per capita«, acrescentou o autor australiano.

A Austrália saqueia Timor 02-06-2007 GTM 1 @ 18:16

matateu —

As negociações e a partilha de recursos impostos pela Austrália a Timor-Leste foram equivalentes a extorsão e intimidação, acusa um autor australiano no seu último livro sobre as negociações do Tratado do Mar de Timor.
«Penso que houve muita intimidação» por parte da Austrália durante as negociações sobre a partilha de recursos do Mar de Timor, afirmou o autor Paul Cleary à rádio australiana ABC.

Paul Cleary, um ex-jornalista do Sydney Morning Herald que viria a ser nomeado pelo Banco Mundial para conselheiro do primeiro-ministro timorense, lançou esta semana o livro «Shakedown», um termo de gíria para extorsão.

Na entrevista à ABC, Cleary acusa o chefe da diplomacia australiano, Alexander Downer, de lançar à mesa de negociações que a Austrália «é um país rico e pode adiar esta questão por 30, 40 ou 50 anos».

Downer, segundo Paul Cleary, chegou a ameaçar «cortar mesmo a Timor-Leste os recursos económicos vitais para interromper o desenvolvimento do Mar de Timor, a menos que Timor-Leste assinasse a partilha de 80 por cento dos seus direitos no maior campo petrolífero da área».

Paul Cleary refere-se ao campo Greater Sunrise, o centro da maior discórdia entre Díli e Camberra, cujo acordo de partilha de receitas foi ratificado apenas este ano pelos parlamentos dos dois países.

«Vocês entregam os direitos deste campo às 17:00 do dia 28 de Outubro e nós damo-vos três biliões de dólares e mais nada«, propôs a delegação australiano aos timorenses, recordou Paul Cleary na entrevista à ABC.

«Entretanto, a Austrália já estava a explorar os recursos, o que é contra o direito internacional», declarou o autor australiano.

«Penso que havia do lado timorense a vontade de adiar a decisão mas o país necessitava de começar a receber os recursos e por isso o Tratado do Mar de Timor começou a ser negociado em 2000 e foi assinado em 2002«, explicou o autor na entrevista.

Paul Cleary lembra em »Shakedown« que o principal negociador de Camberra no Tratado do Mar de Timor, Doug Chester, »impôs basicamente um ultimato a Timor-Leste«, como acusou na altura o então chefe da diplomacia timorense, José Ramos-Horta.

«O senhor Doug Chester disse-nos simplesmente: 'é pegar ou largar'», declarou na ronda negocial o actual Presidente da República timorense. «Claro que nós não podemos aceitar ultimatos, não podemos aceitar chantagem, somos pobres mas temos um sentido de honra e de dignidade dos nossos direitos».

Para Paul Cleary, os 50 por cento das receitas do Greater Sunrise conseguidos por Timor-Leste «é provavelmente o mínimo aceitável para os timorenses e o máximo que a Austrália estava disposta a entregar».

Sobre a crise em que o país mergulhou em 2006, Paul Cleary considerou na entrevista à ABC que «o problema é que os timorenses não fizeram um trabalho muito bom a gastar o dinheiro. E esta tem sido a verdadeira fraqueza no actual Governo».

«A economia de Timor-Leste recuou de repente quatro anos em termos de rendimento per capita«, acrescentou o autor australiano.

Obra faraónica à beira do Tigre 02-06-2007 GTM 1 @ 15:22

matateu —

Os planos para a nova embaixada dos Estados Unidos em Bagdad, apresentada como a maior e mais dispendiosa representação diplomática que alguém jamais construiu, foram orgulhosamente colocados pelos seus autores ao alcance de toda a gente na Internet; mas a Administração Bush obrigou-os a retirarem-nos de linha, por uma simples questão de segurança.
Dez imagens, que entretanto chegaram a ser copiadas por alguns blogs, apresentavam o plano geral de tão faraónica obra, para além dos diversos edifícios a título individual, actualmente em fase de acabamento na Zona Verde, à beira do rio Tigre, que na Antiguidade era um dos limites da Mesopotâmia.
Do que foi dado ver, a sumptuosa embaixada a abrir em Setembro tem anexos para escritórios, uma piscina, centro recreativo e residência para o respectivo titular, mas houve o cuidado de esclarecer que ao todo são mais de 20 edifícios e que haverá lugar para bem mais de 380 famílias.
A obra está avaliada em 592 milhões de dólares (440,5 milhões de euros) e cobre uma superfície equivalente à de 40 campos de futebol, tendo a assinatura da empresa Berger Devine Yaeger, que alega que os planos colocados em circulação eram apenas provisórios e não poderiam servir de grande coisa aos inimigos de Washington.

EUA ao ataque no Corno de África 02-06-2007 GTM 1 @ 14:54

matateu —

Um navio dos Estados Unidos bombardeou na noite de sexta-feira para sábado alvos da rede terrorista Al- Qaeda na zona costeira de Bargaal, no Corno de África, depois de confrontos que guerrilheiros fundamentalistas islâmicos haviam tido aí com tropas da região semi-autónoma somali de Puntlândia, anunciou ontem à AFP o governador da zona administrativa de Bari, Mussa Jelle Yusuf.
O ataque “visava eliminar todos os terroristas e o resto do trabalho será feito pelas forças armadas da Puntlândia”, território do Nordeste da Somália que tem por capital Garowe e que em 1998 se proclamou um Estado autónomo, disse Yusuf.
Os alvos procurados eram “fugitivos da Al-Qaeda que tinham ido do Sul. As tropas cercaram as montanhas de Bargaal e estão a persegui-los, pelo que serão capturados ou mortos”, prosseguiu aquele governador da região situada entre o Golfo de Aden e o Oceano Índico.
Actuando em aparente sintonia com o regime da Puntlândia, que controla uma superfície de 212.510 quilómetros quadrados e 2,4 milhões de pessoas, a Armada norte-americana bombardeou durante algumas horas três pontos dos arredores de Bargaal.
Em janeiro, a aviação dos Estados Unidos efectuaram duas operações no Sul da Somália, igualmente contra elementos suspeitos de pertencerem à Al-Qaeda.

Antes a morte que a prisão perpétua 02-06-2007 GTM 1 @ 11:41

matateu —

Centenas de italianos que se encontram a cumprir prisão perpétua preferiam ser executados a saber que jamais recuperarão a liberdade

Eric Jozsef, Roma

São antigos terroristas, velhos padrinhos da mafia, detidos de direitos comum. No total, são hoje 310 e reivindicam o restabelecimento da pena capital abolida, na Itália, em 1948. Condenados a prisão perpétua, estes prisioneiros acabam de dirigir uma carta ao Presidente da República, Giorgio Napolitano, para lhe pedir que a sua pena seja transformada em capital. Do fundo da sua célula, declaram-se “cansados de morrer um pouco em cada dia que passa. Decidimos morrer de uma só vez (...) A perpetuidade é a invenção de um não deus, de uma selvajaria que ultrapassa toda a imaginação”.
Esta petição inédita partiu de Carmelo Musumeci, um antigo padrinho siciliano hoje quinquagenário e condenado a prisão perpétua há 17. Se bem que encerrado em sectores de alta segurança, retomou os estudos, licenciou-se em Direito apresentando uma tese intitulado “Viver a perpetuidade”. Hoje, bate-se contra esta “morte a soluços” fazendo circular a sua carta por todas as penitenciárias italianas onde se encontram actualmente 1294 condenados a prisão perpétua dos quais cerca de 200 já cumpriram mais de 20 anos. E isto quando a lei actual permite, em princípio, conceder a semi-liberdade ao fim deste prazo e, em caso de boa conduta, a liberdade condicional, depois de 26 anos passados atrás das grades.
No país, apesar do apelo dos 310, ninguém encara seriamente restabelecer a corda ou a guilhotina. Tanto mais que a Itália foi, há 15 dias, encarregada pela UNião Europeia de preparar uma resolução para uma moratória da pena de morte no mundo que será apresentada na próxxima assembleia geral das Nações Unidas. Mas a batalha dos detidos obteve eco junto de deputados comunistas. Em Novembro último, a senadora Maria Luisa Boccia entregou um projecto-lei para abolir a pena de prisão perpétua e substituí-la pela pena máxima de 30 anos. “Contra a crueldade da perpetuidade, basta recordar que, prevendo a pena de morte, o código penal francês de 18 de Setembro de 1791 aboliu a prisão perpétua considerada muito mais desumana, ilegítima e inaceitável que a pena capital”, sublinhou Boccia nas colunas do jornal La Repubblica. Alguns parlamentares apoiam-na neste combate, bem como monsenhor Giorgio Cainato, inspector geral dos capelães.
Em Resposta à carta dos presos, o Chefe de Estado fez saber que segue “com grande atenção” o problema e que já teve oportunidade de desejar publicamente “uma revisão do sistema de sanções e da gestão das penas”. Mas sublinhou que “o assunto é da competência directa do Parlamento e do Governo”. Por agora, o ministro da Justiça, Clemente Mastella, recusa-se a comentar. A oposição de direita e a associação de familiares das vítimas insurgem-se contra o que seria, na sua óptica, “um gravíssimo erro”.

Exclusivo PÚBLICO/Libération

Obasanjo foi substituído como Presidente da Nigéria 29-05-2007 GTM 1 @ 18:18

matateu —

A República Federal da Nigéria, o mais populoso dos países africanos, com os seus quase 140 milhões de habitantes, tem a partir de ontem um novo Presidente: Umaru Yar’Adua, vencedor de um escrutínio recheado de irregularidades e cujo resultado tem vindo a ser contestado pela oposição.
De qualquer modo, o discreto governador do estado de Katsina, no extremo setentrional da população, disse não ter qualquer dúvida de que os compatriotas lhe deram um mandato, não se considerando um simples homem de mão do Presidente cessante, Olusegun Obasanjo, que cumprira dois mandatos consecutivos.
“Serei tão independente quanto o permite a Constituição de 1999”, garantiu Yar’Adua, um muçulmano piedoso de etnia fula que prometeu prosseguir a política reformista traçada nos últimos oito anos por Obasanjo.
Vestido de túnica branca, o novo Chefe de Estado foi ontem aplaudido pelos seus compatriotas presentes na capital federal, Abuja, para a cerimónia da tomada de posse, enquanto na maior cidade do país, Lagos, decorriam manifestações de protesto.
“Juro solenemente proteger e defender a Constituição”, insistiu o ungido, perante o presidente do Supremo Tribunal, Idris Kutigi, e apresentou como vice-presidente Goodluck Jonathan, da conturbada região do Delta do Níger, produtora de petróleo.

Contestação em Lagos
“A democracia está morta na Nigéria”, disse à BBC uma das pessoas que se manifestaram em Lagos, Justin Jalingo, não se deixando cativar pela pompa e circunstância com que decorreu a passagem do testemunho.
Segunda-feira à noite, ao despedir-se da população, Obasanjo dissera ter eliminado o risco de violentas mudanças de Governo, como o país conheceu durante as primeiras décadas da sua vida independência, iniciada em 1960, depois da colonização britânica.
A Nigéria gosta actualmente de se apresentar como a maior democracia da África Ocidental, apesar do seu fraco índice de desenvolvimento humano e de um historial de conflitos étnicos e religiosos que têm feito milhares de mortos. O mês passado elegeu sucessivamente os elementos das assembleias locais, os governadores dos 36 estados, os 109 senadores, os 350 deputados e o presidente Yar’Adua.
Há um ano Obasanjo ainda tentou modificar a Constituição, para se candidatar a um terceiro mandato, mas o Senado bloqueou-a a manobra, de modo que não teve outro remédio se não promover um sucessor que lhe parecesse de confiança. E foi aí que entrou o antigo professor de Química reconvertido em governador do estado de Katsina, de modo a fazer face ao general Muhammadu Buhari, que de Dezembro de 1983 a Agosto de 1985 dirigira uma das muitas administrações militares que os nigerianos até hoje conheceram.
Os dois principais candidatos à chefia do Estado eram muçulmanos e homens do Norte, como geralmente tem acontecido com os governantes da Nigéria, apesar de a metade meridional do país ser habitada por cristãos, que muitas vezes se têm considerado relegados para segundo plano. Um dos problemas que se deparam ao novo líder é a existência do Movimento de Emancipação do Delta do Níger, que defende uma melhor redistribuição da riqueza nacional e que muitas vezes tem recorrido ao rapto de trabalhadores estrangeiros.
30 de Maio de 2007

Um político fula passar a dirigir a Nigéria 29-05-2007 GTM 1 @ 13:20

matateu —

Umaru Musa Yar’Adua, desde ontem Presidente da Nigéria, nasceu em 1951 na cidade de Katsina, no Norte do país, e governou o respectivo estado desde 29 de Maio de 1999, pertencendo ao Partido Democrático Popular (PDP, centrista e com uma política económica neoliberal).
Pertence a uma aristocrática família fula, andou na Universidade de Zaria de 1972 a 1975, fez uma pós-graduação em Qímica Analítica e de 1979 a 1983 pertenceu ao Partido da Redenção Popular, de centro-esquerda, que viria a ser proibido depois do golpe militar de 1984.
No ano 2000, quando era governador, Katsina tornou-se o quinto estado do Norte da Nigéria a aprovar a sharia, ou lei islâmica, pela qual em 2002 Amina Lawal viria a ser condenada à morte por apedrejamento, devido a adultério.
Tem vindo a ser considerado um mero “fantoche” do Presidente cessante, Olusegun Obasanjo, que não se podia recandidatar.
Os fulas, povo a que pertence, seguem o Islão sunita e são perto de 13 milhões, vivendo desde a Mauritânia aos Camarões. Na Guiné-Bissau, constituem cerca de um quarto da população. Jorge Heitor

Gozai bem o tempo que vos resta 27-05-2007 GTM 1 @ 18:20

matateu —

Um dia, ireis desta Terra. Aproveitai agora. Gozai bem o tempo que vos resta.

Para que Portugal se torne mais equilibrado 27-05-2007 GTM 1 @ 18:18

matateu —

Com menos de dois milhões de habitantes no conjunto dos distritos de Santarém, Portalegre, Évora e Beja, nós estamos mesmo a necessitar de uma administração "faraónica" para encaminhar até eles alguma da população em excesso nos distritos de Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria e Lisboa.
Temos oito milhões de habitantes entre Viana do Castelo e Setúbal e não mais de dois milhões entre Santarém e Faro. É manifestamente desproporcionado.
Metade do território continental português tem o quádruplo da população do que é quase outra metade, desde as lezírias ribatejanas à serra algarvia.
Tem o ministro Mário Lino toda a razão: isto está a ser muito mal governado. Tanta gente acumulada desde o Carregado até à Cova da Piedade e depois tão pouca no Poceirão, no Lavre, em Casebres ou Castro Verde, terras esquecidas.
É preciso que venham governantes de grande estofo para planificarem devidamente o país e acabarem com estas assimetrias. Não está certo tanta Reboleira, tanto Cacém, quando ali para os lados da Marateca e de Pavia há tanto terreno por povoar.
É um atraso de 800 anos, este com que estamos. Desde os tempos de D. Sancho I e de D. Afonso II que a tarefa deveria ter sido iniciada, logo que pretendemos "cristianizar" as terras para além de Almada e de Palmela. Não está certo semelhante desleixo.
Apenas políticos de grande capacidade serão agora capazes de resolver o mal, para que ninguém mais confunda as terras meridionais com qualquer deserto do Sara ou de Gobi.

14 listas concorrem às legislativas timorenses 27-05-2007 GTM 1 @ 18:16

matateu —

Tudo a postos para as legislativas timorenses de 30 de Junho. Não deixem de acompanhar. Vai ser emocionante.